Vamos começar a trabalhar num novo tema: "Sociedade de Vigilância"!
Serão publicados regularmente conteúdos sobre este tema a desenvolver até 15 de janeiro. Para acederem mais facilmente a estes conteúdos basta clicarem em "TEMA: Sociedade de Vigilância" no menu "Etiquetas", do lado direito do blog.
Deixamos também um texto que introduz o novo assunto:
“O Google Earth tem como objetivo fotografar todas as ruas de
todos os países da Terra, os satélites de vigilância podem fotografar uma
pessoa na rua a partir do espaço, e as cidades estão a ficar cada vez mais
cobertas por um “circuito fechado de televisão” (CFTV) tanto no interior como
no exterior. As pessoas usam câmeras nas suas casas para prevenir assaltos ou
até mesmo para examinar se as suas babysitters estão a cuidar dos seus filhos. O
CFTV também pode ser usado para monitorizar ambientes que não são seguros para
os seres humanos. Em Londres, estima-se que existam pelo menos 1,5 milhões de
câmeras de vigilância nos centros da cidade, parques, estações, aeroportos,
lojas e assim por diante.
Há pouca evidência de que essas câmeras podem deter o crime,
"A polícia não está mais predisposta para capturar criminosos em áreas com
centenas de câmeras do que naquelas em que não há quase nenhuma.", afirma
a polícia do R.U. Um relatório de 2008 dos Chefes de Polícia do R.U. concluiu
que o CFTV resolve apenas 3% dos crimes. Será que as câmeras de CFTV são
capazes de manter as pessoas seguras?
Anteriormente, o termo "vigilância" estava tradicionalmente
associada a câmeras de vigilância, agora inclui o cruzamento de informações
transmitidas eletronicamente, como telefonemas ou históricos de Internet,
utilizados para o armazenamento de dados e para a criação de perfis
individuais.
Como é que tu sabes quando e onde estás a ser vigiado? Quem
controla os dados que são recolhidos? Quem pode ver esses dados? Como é podem
ser usados?
Será que a
necessidade de segurança pública e pessoal supera o direito do indivíduo à
privacidade?”

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